Olá,
É um prazer falar com você!
Talvez eu fale tanto sobre padrões porque precisei reconhecer muitos dos meus.
Por muito tempo, eu achei que me conhecia.
Eu tinha construído uma vida, uma carreira, uma família. Trabalhei por mais de 20 anos no mundo corporativo, me casei, tive dois filhos e segui fazendo aquilo que, por muito tempo, entendi que deveria fazer.
Até que a vida começou a me fazer perguntas para as quais eu já não tinha respostas prontas.
Aos 38 anos, vivi uma separação depois de mais de duas décadas de relacionamento. E foi nesse período que comecei uma jornada muito mais profunda de autoconhecimento.
No início, eu queria entender o que tinha acontecido com o meu casamento. Depois, comecei a perceber que havia muito mais para compreender.
Sobre mim. Sobre as minhas escolhas. Sobre a forma como eu reagia. Sobre aquilo que eu evitava. Sobre as histórias que eu contava para mim mesma e, principalmente, sobre os padrões que eu repetia sem perceber.
Foi aí que o estudo do comportamento humano deixou de ser apenas um interesse e passou a fazer parte da minha vida.
E muita coisa mudou.
Reconstruí meu relacionamento com o André, fiz a transição de uma carreira de mais de 20 anos no mundo corporativo para o trabalho que faço hoje, mudei de estado, atravessei diferentes fases da maternidade e continuei fazendo aquilo que considero indispensável: olhar para mim mesma.
Não porque o autoconhecimento faça a vida ficar perfeita.
Mas porque ele nos permite perceber quando estamos vivendo no automático e escolher de outra forma.
